"Não te quero senão porque te quero
E de querer-te a não querer-te chego
E de esperar-te quando não te espero
Passa meu coração do frio ao fogo.
Te quero só porque a ti te quero,
Te odeio sem fim, e odiando-te rogo,
E a medida de meu amor viageiro
É não ver-te e amar-te como um cego.
Talvez consumirá a luz de janeiro
Seu raio cruel, meu coração inteiro,
Roubando-me a chave do sossego.
Nesta história só eu morro
E morrerei de amor porque te quero,
Porque te quero, amor, a sangue e a fogo."
Tão intenso quanto o querer; o não-querer dilata as minhas veias, consome minha lucidez, emudece meu grito.
Tão doloroso quanto estar só é estar presa a paisagens de outono que já se foram...visões esmaecidas de pessoas.
Talvez, por isso, procure tanto outras vozes: para calar-me agora.
Andréia
Archive for 13 abril 2010
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O querer
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